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10 de setembro de 2016

Foto: We♥it

O relato que recebi recentemente é da leitora K. Ele está passando por uma situação muito delicada na escola:

"Tudo começou quando ele começou a estudar na mesma escola que eu, um dia trocamos algumas ideias e ficamos na escola algumas três vezes... Senti algo estranho em mim: comecei a gostar dele. Ele percebeu e começou a se afastar. O problema é que ele começou a falar para os outros que eu sou apaixonada por ele, que já me abusou e tinha nojo da minha cara. O que eu faço?"

Olá K. Primeiro eu gostaria de me abrir com você. Já passei por uma situação parecida. Tive um namoro na escola que, depois que terminamos, descobri que ele se gabava com seus amigos de que nós tínhamos relações sexuais. Naquele tempo eu sequer pensava nisso, e fiquei transtornada, com muita raiva de ter confiado em alguém que era tão idiota até esse ponto. Você não está sozinha. Às vezes caímos no erro de gostar de alguém que não vale nada. Eu chorei à beça, me sentia invadida, suja, sempre me perguntando como as outras pessoas me enxergavam.

A primeira coisa que acho que você deve fazer é: se auto-afirmar. Você sabe quem você é, você sabe o que aconteceu com você. Continue seguindo em frente, não deixe que mentiras assombrem seu passado. Não importa o motivo que o levou a fazer isso, nada justifica tamanho desrespeito que ele teve com você. Saiba que mentiras têm perna curta, isso não aconteceu, nunca aconteceu, e quando ele perceber que não está conseguindo te afetar, ele vai parar.

Se você não se sentir segura, contate seus pais ou o diretor de sua escola. Tire uma conversa à limpo com o garoto. Não aceite que ele te desrespeite mais, faça com que peça desculpas, que o nojento da história é ele com uma perna tão curta e uma língua tão podre.

Caso o problema persista, mude de escola. Você precisa recomeçar. Eu também precisei. Não tive nenhum apoio, sofri sozinha todo o tempo calada. Pedi para mudar de escola e meus pais negaram. Eu precisei recomeçar. Exclui contatos do facebook, bloqueei alguns outros, diminui meu circulo de amigos, mudei meu corte de cabelo, e me dediquei ainda mais aos meus estudos. Fiz tudo que fosse possível para manter minha cabeça ocupada e não sofrer com aquele pensamento terrível, de ter sua imagem violada pela maldade de alguém.

Com tudo isso aprendi que não se pode confiar nas pessoas, que devemos tomar cuidado com quem nos relacionamos e que os verdadeiros amigos sempre acreditarão em você. Espero que você supere isso, e saia dessa com coragem e toda força que você tem.

O que vocês leitores tem à dizer para nossa amiga K.? Precisa de ajuda? Entre em contato.

17 de junho de 2015

Adolescência, um período de tantas descobertas, tantos novos caminhos se abrindo a nossa frente, tantas emoções e sensações que não foram experimentadas, um monte de desejos e quereres brotando no peito e uma ânsia pelo agora como nunca havia antes.

Outra definição mais abreviada e com uma pitada de humor poderia ser: "A fase do ninguém me entende!" rs Mas será que a culpa dessa falta de compreensão é culpa do outro que não me enxerga ou minha mesmo que nem sei quem sou eu? 

Ah! tantas perguntas sem respostas, tantas reflexões meio sem sentido, e uma busca quase que incessante por descobrir quem sou eu!

Um dia eu gosto de rock, pinto os cabelos de preto, ouço músicas tristes e escrevo cartas de despedida desse mundo tão cruel. No outro acordo com um ânimo diferente, achando beleza no canto dos pássaros e tenho vontade de cantarolar uma música alegre e mandar recados para todos meus amigos dizendo que eu os amo, mas espera ai, eu não era alguém quase depressiva, o que esta acontecendo? 

Como se não bastasse, ainda tem as pressões externas! Pessoas exigindo comportamentos, que você se porte de uma determinada forma, se vista como os personagens da TV, tenha o corpo bonito, coma saudável, faça isso, faça aquilo... Cobram diariamente opiniões, você precisa ter uma posição para todos os assuntos atuais, política, homossexualismo, feminismo, machismo, etc, etc, etc. Ufa!!!! Realmente não é fácil! Então, o que fazer? 

Acho que a primeira coisa, é entender que isso é uma fase e que fases passam! Quando você menos esperar vai encontrar um equilíbrio em meio a tudo isso, suas experiências vão te trazer maturidade e você vai olhar pra trás e pensar: como eu fui dramático! E tudo bem ser assim, achar que o mundo vai acabar porque você rompeu com seu melhor amigo, achar que nada faz sentido porque vai ter que mudar de cidade. Sério, ta tudo bem sentir!!! Chega dessa ditadura de ser feliz o tempo todo que em vez de nos libertar, só nos aprisiona cada vez mais. Se permita viver suas emoções sem julgamentos, todos passamos por momentos de felicidade e tristeza sendo adolescentes, idosos ou em qualquer outra faixa etária. Ta feliz? Sorria, dance, pule, cante, espalhe a felicidade. Ta triste? Sente, chora, levanta e recomeça tudo de novo, a vida é isso! 

Saiba que não é obrigatório ter opinião sobre todas as coisas, saber tudo - porque ninguém no mundo sabe - não é feio admitir que não sabe ou que não tem certeza antes de tomar uma posição ou dar uma opinião equivocada... O futuro pertence a vocês, mas a gente entende se hoje vocês só quiserem saber qual a nova música que está em primeiro lugar nas paradas do rádio ou quiserem apenas ficar assistindo repetidamente o novo trailer de Jogos Vorazes que estréia em novembro. ;)

O mais importante de tudo é ter um porto seguro, um lugar pra voltar e se lembrar quem você é, normalmente esses portos seguros são a nossa família! Mesmo que ela não seja tradicional, que tenha pessoas que pra você são anormais, é o nosso lar, onde nosso lugar sempre vai estar disponível, onde a gente encontra apoio e suporte para ir pro mundo viver todas as nossas experiências e voltar  as vezes feridos, machucados e sermos cuidados pra voar de novo. Mesmo que sua família não te dê apoio, tenha pessoas más (porque infelizmente elas existem), ainda assim eles são um referencial, mesmo que seja daquilo que você não quer ser, pra te lembrar de ser diferente.

E por último, nunca se esquecer que o teu espaço termina quando o do outro começa. E que crises adolescentes e momentos de raiva e tristeza não são desculpas para desrespeito, preconceitos e egoísmo, ninguém tem culpa se a vida não esta como você queria (mesmo que a tendência seja sempre culpar nossos pais por isso, eles não tem culpa). Vale muito as vezes tirar os olhos do nosso umbigo, olhar em volta e enxergar as pessoas que são tão ricas em conteúdos pra compartilhar, com suas historias, suas experiências, às vezes perdemos a chance de ter respostas de tantas perguntas que temos pelo simples fato de não querer conversar com ninguém. 

Vamos tentar ouvir mais, dar espaço pros outros na nossa vida, garanto que dividindo o peso de tantas emoções, expectativas e ansiedades com alguém tudo vai ficar bem mais leve e divertido!

E você, esta passando por algum momento difícil, com duvidas, medos? Ta achando que ninguém te entende?

Entre em contato, escreve pra gente e conta sua história, quem sabe juntos não achamos uma solução! 

24 de abril de 2015

jhully inácio


Você já amou hoje?

Já disse "eu te amo" para aquela pessoa especial, que você é tão grato por tê-la consigo? Quando você levantou pela manhã com o café já na mesa disse "bença mãe", "bença pai"? Ou quando acordou ao lado de quem você ama, desejou um bom dia? Faça isso hoje. Faça isso sempre.

Nós nunca sabemos quanto tempo ainda nos resta. Ou quanto tempo tem ao outro. Você não sabe quanto tempo tem sua mãe, quanto tempo tem seu pai, seu irmão, sua irmã, seu esposo, sua esposa... Você não sabe quando será o último abraço, o último beijo... Por isso, abrace hoje. Beije hoje. Não importa de onde estiver lendo isso, chegue em casa e faça. Não importa se estiver distante, ligue. Diga. Não importa a forma, apenas ame.

Após a perda é muito tarde. E a gente nunca sabe quanto tempo falta. Aliás, e se hoje fosse o último dia? Ame o quanto antes!

16 de setembro de 2014


A história que leitora I. A. compartilhou comigo divide muitas opiniões, mas acontece com várias garotas. É um caso "simples", mas que nós mulheres fazemos aquela bagunça. Antes de mais nada, quero deixar claro que acredito que uma mulher não é menos valoriza por aceitar esse tipo de relacionamento. Mas acredito que ela precisa ser consciente e não aceitar só porque o garoto decide e depois ficar sofrendo pelas vontades não correspondidas.

"Gosto de um rapaz. Ele diz gostar de mim e ter medo de namorarmos porque acha que nossa relação super legal ficaria em risco, o que é fato... Mas as vezes acho que é uma desculpa para me manter de estepe, como tenho essa desconfiança vivo a minha vida, às vezes a gente se pega, às vezes não. uahushauhs Mas nos curtimos e eu nem sei o que fazer, porque às vezes fico com ciumes, às vezes nem ligo."

Pra começar, você tem que lembrar que você aceitou isso, então você concorda com ele, e agora está dentro de uma amizade colorida ou um relacionamento sem compromisso. A falta de interesse dele não pode se tornar prejudicial a você, você deve refletir e descobrir o que é melhor: ficar com um cara que praticamente não há chance de algo duradouro, ou deixar de "perder tempo" e estar com o coração aberto (e a consciência também) pra conhecer alguém legal. É claro que só você pode definir isso. O ciumes pode ser um indicio de algum sentimento, mas se nada foge do seu controle, ok! Identifique se está sendo um estepe pelo modo como ele trata: se ele tem respeito ou se só te procura quando quer e te deixa de lado depois (não se importa contigo) ou até mesmo se você está se sentindo enrolada. Esse tipo de relacionamento é incerto, se você tiver algum sentimento por ele, caia logo fora. Mas se você perceber que é o que quer no momento, oras, seja feliz. Mas não vai poder cobrar compromisso quando tudo acabar, ou quando ele se apaixonar e partir pra um namoro sério (com outra).

13 de setembro de 2014


Dando continuidade aos posts de conselhos que tem tido um ritmo bem frequente ultimamente, hoje vamos conhecer a história da Luana. Antes disso, quero agradecer a todos que confiam em mim para compartilhar o que vocês sentem. É gratificante poder ajudar vocês. ♥

"Olá Suh, meu nome é Luana, estou realmente muito triste, e muiiiiiiiiito mesmo! É o seguinte: há algum tempo atrás me envolvi com um rapaz, ele foi um o meu primeiro namorado. Tudo começou no Facebook, assunto vai assunto vem, quando fui ver estávamos gostando um do outro. No começo foi tudo muito perfeito, ele me amava demais, vivia me prometendo que iria se casar comigo, que eu podia contar sempre que precisasse com ele, me enchia de presentes, levava-me ao cinema todas as quartas me enchia de cacau show, enfim fomos muito felizes juntos. Ele se dava super bem com a minha família, tudo corria bem."

Olá Luana. Começos de namoros sempre são maravilhosos. Não conhecemos a pessoa que está ao nosso lado totalmente, morremos de medo de perde-la, então a mimamos e conseguimos mostrar o melhor que somos, escondendo nossos defeitos. Todo mundo é assim. Só o tempo mostra quem somos verdadeiramente. O namoro sempre começa embalado de muita paixão, mas a paixão tem prazo de validade e só o verdadeiro amor (com um pouco de inteligência), pode superar os altos e baixos da vida. Por isso, não é nada apropriado dizer e acreditar em promessas de amor eterna nesse tempo, começo de namoro é sempre um "terreno desconhecido".

"Mas quando chegamos aos 4 meses de namoro, ele começou a ficar estranho, muiiiiiiito estranho. Ele já não me tratava como antes. Eu chorava a noite inteira ao lado dele e ele não fazia nada, só queria saber de jogar. Eu tinha um cabelão e cortei, então ele usou a desculpa que gostava de mim de cabelão e eu vi que ele não queria mais saber de mim realmente. A briga já estava ficando cada vez mais feia, aquele rapaz, lá do comecinho que eu havia citado, havia mudado pra pior dos piores e eu já não o reconhecia mais (ele chegou a dizer que me odiava!). Foram 8 meses de namoro. Já estamos há três meses separados, eu já chorei e sofri demais."

Sendo realista com você, Lu, é bem claro que o que ele sentiu por você não passou de uma paixão e uma atração forte que o confundiu bastante. Até que um dia ele se acostumou com esse sentimento, se entendiou, e esfriou. O fato de você chorar e ele não se preocupar mostra como ele nunca te amou de verdade, e ele comentar sobre o cabelo mostra o quanto ele só se atraia pela sua aparência. O que o levou a manter esse relacionamento até os 8 meses pode ser sido a indecisão quanto aos próprios sentimentos, o medo de ficar sozinho. Enfim, é claro que ele não sabia nada sobre "gostar de alguém" e se confundiu demais. O triste é que quem pagou por isso foi você.

"Hoje em dia ele é frio comigo, finge que nunca nem me conheceu nessa vida, me trata como nada, isso dói minha alma. Eu sei que que eu sofria demais com ele, mas nem se ele quisesse eu voltaria com ele, porque o tempo que ficamos juntos eu sofri demais! Já superei a pior parte, mas ainda me lembro dele todos os dias. :("

Calma Luana. Acho que ele está decepcionado com os próprios sentimentos, com o que achou sentir e no fim não era nada daquilo, por isso ele prefere fingir que não aconteceu nada, que não te conheceu, ele prefere ignorar essa realidade (e essa é uma atitude bem imatura!). É bom que você não queira mesmo voltar com ele, pois não vale a pena perder nem mais um segundo com alguém assim. Sobre se lembrar dele, isso é absolutamente normal, pois ao contrário dele, você realmente viveu todos os momentos bons e ruins, sentiu todos na pele e nunca vai negar essa realidade. Aprenda a lidar com essas lembranças, como um aprendizado para o resto da sua vida. O amor que você sentiu, coloque em uma caixinha e guarde no porão do seu coração, e quando estiver pronta você joga essa caixinha fora.

"Será que o mundo da voltas? Será que um dia ele vai conhecer alguém que faça a mesma coisa com ele? Aff eu sofri e ele não sente nada, já deixou isso bem claro, só acho que não se brinca com sentimentos de ninguém, sentimentos não são brinquedos! O que acha?"

Lu, a maioria das pessoas não tem como objetivo brincar com os outros, ainda mais ele, que assumiu um relacionamento com você e se esforçou nos primeiros quatro meses para te fazer feliz. Ele te fez mal, e agora para seguir em frente você precisa perdoa-lo (mesmo que ele não se sinta culpado), perdoe do fundo do seu coração e livre-se desse peso. É claro que o mundo dá voltas, mas que diferença te faria vê-lo sofrendo? Pare de pensar assim já! Procure se concentrar nas coisas boas que a partir de agora acontecerão na sua vida, pois tudo que vivemos nos traz um aprendizado.


Algumas coisas precisam ser deixadas para trás para podermos seguir em frente e viver coisas melhores. Agora você está mais forte! Beijos! ♥

9 de setembro de 2014

parede com adesivo

Depois do primeiro post de conselho que fiz aqui, acabei recebendo alguns e-mails pedindo ajuda e prometo que farei o possível para responder e ajudar todos o mais rápido possível! Hoje vamos analisar o caso da Fabi, ela tem 15 anos (ela comentou a idade do boy mas escreveu errado :/ ). 

"Gosto de muito de um garoto, o L. Não demos certo porque rolou boatos quando nós estávamos ficando: uma prima dele me disse que ele estava ficando com várias nos role dele e isso me deixou com muita raiva e um enorme ciumes. A gente só brigava, brigava e depois se acertava."

Oi Fabi! Na sua idade é proveniente o surgimento de vários sentimentos novos que às vezes mal conseguimos controlar. No seu caso, gostar muito de alguém, a raiva e o ciumes. Se vocês estão "apenas ficando" ele pode se sentir descompromissado e ficar com quem mais ele quiser, sem respeitar você. Independente se os boatos são verdade ou não, você precisa ter certeza de que ele gosta tanto de você, quanto você gosta dele. Só assim vocês poderão embarcar em um relacionamento com compromisso, onde você colocará os seus pontos de vista sobre o que espera dele e vice versa, e ambos terão que respeitar isso.

"Só que agora já tem uns 3 meses que não ficamos mais e quando eu passo na frente da casa dele ele me olha pela a janela e quando nos vemos na rua ele olha na minha cara e abaixa a cabeça. Agora ele postou no facebook que esta namorando mas não tem o nome de nenhuma garota lá. O que eu faço?"

Agora, eu te pergunto, fabi: Será que ele tem maturidade suficiente para embarcar nesse relacionamento e corresponder às suas expectativas? Reveja o que vocês passaram: terminaram numa boa? Conseguiram conversar um com o outro? Talvez esse "status" seja só para ele se garantir, e essa não é uma atitude muito madura, e ficar abaixando a cabeça pra você também não é. Você precisa rever tudo isso e ter certeza se vale a pena investir em alguém assim. Se chegar a conclusão que não, saiba que você ainda tem muito pela frente, tem muito a aprender e amadurecer, muita gente nova pra conhecer e gostar... Siga em frente e não dê mais bola mais pra ele! Rapidinho você supera! ♥

26 de agosto de 2014

o que fazer

Não temos posts de conselhos com frequência porque eu não recebo pedidos de conselhos aqui no blog. Mas gosto de ajudar, e quando recebo (mesmo que eu demore um pouco) tenho todo carinho em responder dúvidas nos comentários, em ouvir opiniões e sugestões e suas histórias também. Às vezes é bom conversar com alguém e esclarecer as ideias, certo? Então fiquem à vontade para interagir comigo quanto a isso, e deixe sua opinião sobre o assunto. Na semana passada eu recebi um pedido de ajuda, não vou citar nomes, a história é a seguinte:

"Ele é o culpado por me envolver tanto. Tenho vontade de dizer a ele que gosto de tudo que ele faz e de cada minuto que passamos juntos, mas ao mesmo tempo tenho medo. Sabe qual é o problema? Ele não tá na mesma paixão ou se envolvendo como eu estou."

Se vocês estão juntos há um tempinho, você já poderia falar sutilmente como se sente. É importante. Talvez ele possa estar pensando que você não está se envolvendo também. As coisas precisam ficar esclarecidas, se ninguém fala, não tem outro jeito de "descobrir" como o outro se sente. 

"Estamos ficando, agora é mais difícil de ver ele porque ele estuda e eu também. Depois que voltou as aulas a gente só se viu uma vez e foi ai super combinado para matar uma aula que não seria muito importante para os dois, foi difícil, aproveitei cada minuto, sentir ele distante e ao mesmo tempo perto."

Se vocês sabiam dessas dificuldades e ainda sim não romperam com os encontros pode ser que tenha coisa aí. Seja o tempo, a distância, os compromissos... Todo relacionamento é sujeito vez ou outra a um empecilho. E a partir disso vocês devem decidir: se estão prontos para arcar com os desafios de um relacionamento, ou não. Até porque não se pode matar aula para sempre!

"Ele quer algo maior, quer o que não posso dar e ainda me coloca o medo de perder ele e isso que estamos vivendo. Não sei o que faço, se continuo nisso ou é melhor dar um basta. "

Calma! Se ele quer algo que você não tem condições de lhe proporcionar, talvez há mais uma falta de esclarecimento. Ele sabe que você não pode? Se ele não sabe, você deve conversar abertamente e se ele realmente estiver afim vai conseguir lidar com isso (ninguém é perfeito, né?). Como eu disse, ele também pode estar na mesma que você e nenhum dos dois se abrir. Mas se ele sabe e continua te colocando esse medo e essa pressão, há algo muito errado. Você não é obrigada a estar com alguém que não te aceita como você é. Um amor bem amado a gente espera por toda vida, mas um caso enrolado é vaidade do coração que não aceita ficar sozinho.

Só você sabe até onde levar o relacionamento, mas se seu coração está sentindo coisas demais e não está sendo correspondido, o melhor é abrir o jogo e decidir antes que a decepção seja maior. Um relacionamento saudável não consiste só em estar perto, mas sim em objetivos iguais. Como diz aquela frase: "O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção".

Espero ter ajudado ♥

28 de dezembro de 2013

gatinhos ilustração

Pra mim, relacionamentos sempre nasciam com interesses em comum. Daquelas coisinhas simples que a gente nem ligava e passa a dar valor pra ser mais interessante pra outro alguém. Eu sempre imaginei ter um relacionamento de gostos em comum, jeitos em comum, graças em comum... Até que um dia me disseram:

"Qual a graça de ter alguém igual a você do seu lado? É irmão agora?"

Eu achei graça, mas não teve jeito. Na minha cabeça eu já tinha registrado a frase e ela agora martelava a cada instante. Não tive escolha a não ser concordar. Se eu gosto de dormir, agora precisava de alguém que me acordasse, se eu gostava de ler, precisava de alguém que me fizesse ver. Aquele equilíbrio sabe?

Hoje não posso negar que gosto disso. Gosto do jeito que me deixei ser obrigada a experimentar, a sair da zona de conforto.

Agora eu te digo: 

Você não gosta de rir?
Experimente sorrir mais hoje.
Você tem medo de chorar?
Experimente chorar mesmo assim!

O legal de ser humano é que a gente nasce com uma personalidade modelável. E realmente não tem graça ser a mesma pessoa todos os dias. Mas você nunca vai aprender nada se preferir caminhar só com quem pensa igual você.

14 de dezembro de 2013


Em Eclesiastes 11. 9-10 Jovem, aproveite a sua mocidade e seja feliz enquanto é moço. Faça tudo o que quiser e siga os desejos do seu coração.Mas lembre de uma coisa: Deus o julgará por tudo o que você fizer. Não deixe que nada o preocupe ou faça sofrer, pois a mocidade dura pouco.

Cada dia a mais vivemos como se fossemos durar pra sempre, esquecendo que nosso tempo aqui na terra é limitado e, que tudo que aqui há é uma mera ilusão. Deus nos deu o dom de decidirmos qual o caminho que queremos seguir, renunciar o livre arbítrio ou seguir meu coração de humano, cada um julga o que é melhor pra si, e muitas vezes fazem escolhas erradas e o que sobra é a solidão de um canto escuro.

O Pai não quer nos obrigar a nada, o que ele quer é que busquemos a ele por amor e não por obrigação, afinal, Deus é justo conosco.

O Senhor é nosso Pai e sabe o melhor caminho pra nós, somos seus filhos e sempre estamos fazendo escolhas erradas, mas mesmo eu tendo sido cega e seguindo os desejos do meu coração ele me perdoou, porque me ama, e só esperava pela hora em que eu iria de encontro a seus braços. 

Hoje somos jovens, mas essa juventude dura pouco, e é melhor viver buscando por coisas que valham a pena, ao invés de gastar o tempo com coisas vãs, sem foco. Você pode fazer o que quiser, mas lembre-se que tudo guarda uma consequência pra depois.  Eclesiastes 12.13-14


P.S: Lembrando, que esse texto foi só uma pequena reflexão. Se você tem alguma dúvida, ou até mesmo uma opinião diferente entre em contato comigo pelo Ask. Tudo que eu disse nesse post foi com base bíblica, ou seja, eu não estou dizendo por dizer, meu intuito foi atiçar o interesse no assunto e levar a reflexão, como já disse.

18 de outubro de 2013


Oieee gente! Galera vou falar uma coisa para vocês, eu acho que Deus nunca me incomodou tanto pra falar o que eu vou falar aqui hoje... E como eu amo isso, vou começar fazendo uma pergunta:

Quando criança, ao ir ao parque com seu pai ou mãe, você foi no escorregador, mas teve medo ou até mesmo desistiu de descer, porque não confiou que seu pai/mãe iria te pegar lá no final? 

Ou até, ficou com medo de pular de algum lugar mais alto, por não confiar que eles te pegariam?

Pois é gente, eu já tive esse medo, não confiei neles e no quanto me amam! Mas quando confiei uma vez, nunca mais me senti insegura! Dito isso, quero que reflitam na seguinte pergunta:

Você confia plenamente em Deus?

6 de julho de 2013


A "vivi" nos pediu um conselho, uma história que aliás, é bem comum. Vamos ajuda-la a tomar sua decisão.
"No ano retrasado surgiu uma grande amizade minha com o Yuri, o menino mais inteligente e bonito da sala. E com o tempo a amizade virou paixão, um pelo outro, só que por medo nenhum dos dois quis admitir. Começamos a se aproximar mais, eu sabia que era fato que ele gostava de mim mas sempre algo dizia: “Não ele só que ser teu amigo”.
Um dia a gente saiu juntos até pracinha da pequena cidade onde morava. Conversamos sobre tudo, no final ele tocou no tal assunto, ele falou que sim, gostava de mim, ai eu joguei na lata que sempre fui apaixonada por ele. Era obcecada, sabia onde ele ia com os pais, os jogos prediletos, até o apelido de infância. Lia tudo que ele postava no face. Rolou um beijo, no qual era meu primeiro, e ele me levou em casa. A gente deu outro beijo e ele foi para casa.  
Eu comecei a fazer planos, achava que ele me amava, que eu era a paixão da vida dele, que ele ia me pedir em namoro. Ele até me mandou um poeminha romântico por sms. Só que no dia seguinte, simplesmente, ele estava se "agarrando" com outra na frente do colégio, foi uma decepção para uma garotinha de 15 anos. Ele correu atrás de mim. E agora eu dou atenção? Ou finjo que sou fria? 

Oi Vivi

Você cometeu um grande erro, cuide para não cometer de novo: Nasceu em ti essa paixão pelo Yuri e com o tempo você foi cuidando e ela cresceu cada vez, como se fosse uma planta. Ele percebeu isso e aproveitou para ficar com você, infelizmente ele nunca sentiu nada, foi só um beijo e nada mais.

Esse sentimento que você cultivou foi tamanho que bastou um beijo para fazer planos, para achar que ele te amava. A gente só sabe que é amor depois de um bom tempo, que me desculpe  quem acredita, mas não creio no “amor à primeira vista”. Mas ainda acredito no amor.

Dar atenção pra essa cara? Te beijou num dia e se agarrou com outra como se não tivesse sido nada, não merece atenção.

Seja fria, valorize-se, talvez assim ele dê valor a amizade entre vocês e até mesmo essa sua paixão.

Quer um conselho? Envie um e-mail pela aba contato, ou deixe até mesmo aqui nos comentários, não precisa se identificar, tente ser breve, e farei o possível para ajudar!

23 de junho de 2013

A internet é um dos meios mais incríveis de comunicação que podíamos ter. Essa voz que temos, de dar nossa opinião, de registrar nossos momentos em tempo real e compartilhar com os amigos tudo que é interessante é uma coisa que não era nada comum há anos atrás. Mas é claro que sempre tem o lado ruim, né? 

Quantas vezes eu já vi blogueiros e até amigos que ficaram abalados ou no mínimo "sentidos" por terem levado uma crítica ou até mesmo sendo xingados brutalmente, por perfis anônimos, no blog, twitter, ask e por aí vai... Gostaria de ter um papo com você que já passou (ou está sujeito a passar) por isso.

1º O mundo é um saco de críticas

Não queira agradar todas as pessoas, sempre terá aquela que vai achar algo ruim. Mas cabe a você aceitar a opinião alheia e claro, essa pessoa te respeitar. Às vezes um "não gostei" possa ser apenas uma opinião, nossa sociedade "online" é viciada em dar opiniões no que não são chamados e claro, as pessoas preferem mil vezes criticar do que dar um elogio. Mas enfim, gosto não se discute. Não se sinta ofendido e muito menos debata com a pessoa que disse algo do tipo. Se você gosta o resto é apenas resto.

2º Essa crítica tem fundamento?

Uma pessoa que simplesmente vai no anônimo e diz "você é uma bosta" ou "seu blog é uma bosta" não está fundamentando sua crítica. Esse tipo de comentário é sim ofensivo porque ele não visa ajudar a pessoa e sim violentar sua moral simplesmente porque você ou seu blog não agradou ao gosto "imutável" dela. Gente, isso é muito normal de acontecer principalmente na ask (já aconteceu comigo) e você só pode ignorar e rejeitar porque uma pessoa que faz esse tipo de crítica geralmente é muito perturbado consigo mesmo, para se preocupar em sair por aí falando coisas que não mudarão em nada sua vida.

3º Aproveite das críticas para fazer uma auto-análise

Nem sempre quem critica é um invejoso. É bom receber críticas para que possamos às vezes pensar em pontos que não consideramos. Se você lê: "você escreve errado, odeio seu blog", risque o "odeio seu blog" e procure melhorar sua escrita. Nós devemos sim analisar (verdadeiramente) a nós mesmo (vale até pedir ajuda de famíliares e amigos!) e procurar saber se a pessoa tem razão. Não vale simplesmente ignorar. Como por exemplo se alguém te chama de "vadia", procure pensar se você tem dado motivos para as pessoas pensarem isso de você e se você precisa ou vale a pena mudar. Caso você não chegue em conclusão nenhuma, esqueça, delete isso e siga sua vida.

Espero que tenham gostado da "Suzana conselheira" hehe. A coluna "Conselhos" do blog continua aberta e se você tem algum problema e gostaria de uma ajuda, mande um e-mail pra gente na aba Contato que o Lucas com certeza vai te ajudar!

2 de junho de 2013


Olá pessoal! Hoje é domingo e vamos a mais um conselho...

 "Tem um garoto na minha escola, muitas pessoas (amigas minhas e até ex-ficantes dele) chegavam e diziam: "Não da bola para ele, porque ele não vale nada!". No começo eu até acreditava porque não gostava dele, gostava de um outro garoto que realmente quase namoramos. 

Mas ele insistiu tanto, mandando recadinhos bonitos, me ligando todas as noites, me tratando como uma pessoa especial, fez com que eu esquecesse do outro e que eu gostasse dele, acabei me apaixonando. Dai abri mão do outro garoto que realmente eu gostava por causa desse.

Algumas semanas se passaram e eu ouvi a melhor amiga dele (que é minha super amiga também) dizendo que ele está afim de outra garota (Uma menina da rua dele) fiquei PASMA, porque ele sabe que eu sinto alguma coisa por ele não se manifesta em NADA! Eu cansei dele, faz umas 2 semana que não conversamos. 

Então o que eu faço? realmente estou completamente perdida, preciso de uma ajuda de uma pessoa que entenda o que estou passando." 

Você começou sua história dizendo que tem um “garoto”... Garotos estão longe de serem homens, no decorrer da história você só me confirmou que ele realmente ainda é um garoto. 

Por que você foi dar bola pra ele? Recadinhos fofos, elogios, parecer se importar é o que todo garoto faz pra conquistar; e chato ouvir “eu te avisei...”, mas muitas pessoas te avisaram. 

Por que ficou tão pasma quando descobriu que ele tá afim de outra? Você sente algo por ele e ele não se manifesta em nada porque não sente nada. =/ 

Duas semanas e ele veio falar com você? Capaz de nem tá sentindo falta, é duro dizer isso, mas é a verdade. Ele é um garoto, não espere muito e muito menos cobre algo. Na minha opinião você deve aprender com essa cara, e por que não dar uma chance pra aquele outro que você disse gostar de verdade?

Vai ver essa história toda foi ruim mesmo pra ele, te vendo ir atrás de quem não dá a mínima. 

Quer dizer algo sobre? Deixe nos comentários. Quer algum conselho? Envie sua história detalhada para nós clicando aqui.
Beijos e até a próxima. 

27 de maio de 2013


Ser mulher é complicado. Quando nasci me vestiram de rosa e me deram bonecas, aos 10 anos eu precisei conhecer a dor de aparar os pelos da sobrancelhas e mais tarde estava lá eu puxando e fritando meus cabelos na temperatura máxima da chapinha. Um pouquinho só depois meu pai já reclamava do dinheiro que me preocupei em gastar para hidrata-los, além dos novos sapatos, agora com saltos cada vez maiores e minha recente coleção de esmaltes. Realmente foi tudo muito rápido. Mas acho que o que mais o arrancou os cabelos foi minha primeira paixonite. Estranho que até pouco eu não me incomodava tanto com tudo isso, mas parece que meus cabelos já não estavam tão lisos e minhas roupas precisavam ser cada vez mais ajustadas e menores.

Essa é a fase mais difícil para qualquer uma de nós. Quando não sabemos quem somos. Quando precisamos mesmo estragar o cabelo, encher a cara de espinhas por não saber tirar a maquiagem e de quebra emagrecer alguns quilinhos aqui e ali. Como se não bastasse as amigas cada vez mais interessadas em namorados e corpos "avantajados". Com 10 anos eu queria voltar da escola gritando minha liberdade e chegar em casa e assistir a TV Cultura. Talvez os sete monstrinhos ou um programa de "pré-adolescentes". Amizades eram do tipo não importa o que você faz ou como se veste, somos amigos. Eu não pensava nisso na época mas era assim.

Quando não fazemos ideia de como ser popular ou possuir uma identidade "diferente", acabamos mesmo sendo influenciados muito mais facilmente. E quer saber? A vida é isso mesmo. É uma loucura. Se eu sou o que sou hoje é porque precisei me estragar muito. Acreditei muito cegamente para aprender a valorizar o que é real. E eu precisei ser imatura pra ter uma certa maturidade. Tudo bem que eu me sentia presa, mas agora me sinto mais livre do que muitos que estão "supostamente". Bom, cada um tem um caminho diferente, e aprendemos de maneiras diferentes. Hoje acredito em mim e prefiro acreditar que todos chegarão ao seu lugar, no lugar certo. Todos aprendemos, na maioria das vezes de maneiras erradas, e quebramos a cara, e definimos quem somos muito superficialmente, poderia ser mais profundo se nos interessássemos a procurar. Mas esse buraco de vazio é o que preenche a gente. Uma ilusão às vezes pode fazer bem. E eu não vou declarar minhas verdades como universais. Mas é normal que algumas coisas incomodem. 

Enfim. Por mais feminista que uma mulher possa se impor, por mais rigorosa que queira ser, não existe uma que nunca chorou. Homens também, né? Sem essa de que pessoas fortes não choram. Discordo totalmente. Acho que as pessoas mais fortes são as que choram, pois essas sabem e aguentam o peso de uma lágrima e mais que isso: conhecem o valor de um sorriso. Digamos que com a gente é mais difícil. Acho essa descoberta do "eu" muito mais importante para uma mulher. E é uma responsabilidade e tanto. Seus pais cobram muito, todos notam. Mas que dá uma revolta... Dá. Sabe por que? Porque as pessoas não sabem valorizar isso. Do mais novo ao velho, digo por mim, é difícil deixar de lado o orgulho e reconhecer o esforço de uma mãe, ouvir o conselho de uma vó... Sabe porque digo isso? Somos todas mulheres, deveríamos nos apoiar mais ao invés de cobrar o peso na média, de invejar o sapato novo e criticar a maquiagem. Poxa! Você não sabe o quanto é difícil?

Tudo bem que tem sempre aquela que a gente olha e pensa: "Essa acaba com a integridade da nossa raça!". Mas que raça? Somos o braço frágil mais inteligente e mais ágil da espécie humana. Nós que lutamos por direitos, que damos vida às gerações e aprendemos desde pequenas a cuidar de bebês (antes de sabermos como se faz e com quem!). Pode soar ridículo, né? Mas quer saber? Ser mulher é uma droga. Mas também acho que cada uma foi projetada de modo forte o suficiente para suportar tanta coisa de uma vez só, podendo atender a tantos detalhes. O que seria de um jardim sem o nosso toque? Da casa? Da roupa perfumada? Independentemente de você interpretar de maneira machista ou feminista esse texto, dane-se. Não me importa. Apenas quero um mundo onde mulheres ajudem mais umas as outras ao invés de cobrar tanto. Quero que chorem menos por quem não as merecem, mas independente disso, chorem também quando tiverem vontade. Que se joguem, que se guardem. Que coloquem shorts curtos ou vestido longo até o pé. Tanto faz, apenas faça por você. 

Esqueça, ignore um pouco as pessoas ao redor. Inclusive e, principalmente, quem não te trata com devido valor e respeito. Não acho que ninguém precisa de "olhares". Vamos olhar mais para dentro de nós. ^-^

5 de maio de 2013


Vamos a mais um conselho? =) 

Bom, eu gosto de um menino a 1 ano e 6 meses e nesse tempo, nós só ficamos duas vezes. Eu sofri/sofro muito por ele, só que é inevitável não vê-lo, pois ele é vizinho de uma prima minha. Que aliás, eu o conheci por meio dessa prima. 

21 de abril de 2013


Oi, tudo bem com vocês?  =)
Eu estava no grupo Depois dos Quinze do Facebook e a Milena estava precisando de um conselho, as meninas de lá como sempre foram solidárias e eu me ofereci pra escrever um post para ela aconselhando com uma visão masculina, e aqui estamos.
O e-mail da Milena:
Oi Lucky, então foi assim ..
Ah um tempo atrás, eu mandei convite para ele, eu não fazia a minima ideia de quem ele era, só sabia que morava em Colombo (onde moro, rs) e nunca falava com ele, e então de uns meses atrás eu mandei uma página, pedindo para ele curtir, foi tipo"[link da página] Curte por favor" e ele respondeu alguma coisa. Tá, visualizei e continuei vendo as novidades, e então ele falou bem assim "linda" já me senti bem (E quem não se sente bem com elogios né?! rs). Começamos a conversar o básico: idade, onde mora, o que gosta de fazer e tal. Ok. Acabei pegando o telefone dele e aí era conversa normal, "oi, tudo bem" e tal .
Ele até me contou que terminou com uma menina que gostava muito. E eu conselhei horrores ele, que ele ia achar alguém melhor, que amasse ele e tal (meio que uma indireta). Um dia eu fui deitar e peguei e mandei sms de horas iguais para ele, lembro até hoje o que ele respondeu "15h06 não preciso disso para pensar em você s2". Me senti muito feliz claro, pois fiquei interessada nele e a partir do momento então. Ele um dia depois me deu um bela de uma indireta ... Em fim , uns 2,3 dias depois ele não me respondeu a tarde inteira, e fui falar com ele no face, e lembro mais ou menos do que ele falou "Ah meu , eu trabalho com meu pai , tenho coisas para fazer, eu não fico dia inteiro no celular , não curto isso" mais ou menos assim. Larguei mão. Nunca mais nos falamos, então no carnaval vi que ele voltou de namorada, mesmo momento me senti triste, sei lá . E sempre eu lembro dele. Eu não sei se isso é gostar ou tal, mas faz uns três dias que eu to meio assim por causa dele. Resolvi stalkear e percebi que ele ta feliz. Não sei o que faço, porque sinto que estou triste e vejo que ele ta feliz, e não vai terminar com ela tão cedo .
Obrigada por me escutar ... Senti um pouco de vergonha de desabafar contigo por não te conhecer e por ser um menino , rs . Mais obrigada e desculpa qualquer coisa Preto de copas (cartas)

6 de abril de 2013


E aí gente, tudo bem com vocês?
Vamos a mais um conselho?
 
"Oi Lucas!
Então, gostaria de um conselho... Ano passado mudei de colégio e conheci três garotos especiais...

16 de março de 2013



E aí pessoal, como vão as coisas? Comigo vai bem.

Antes do 1º post gostaria de agradecer à todos os comentários de "boas vindas" no post que me apresentou =). Farei de tudo pra corresponder as expectativas e aconselhar quem tiver precisando ouvir uma opinião de fora.

Vamos ver o caso da Emily?

Olá, boa tarde. Eu tenho 16 anos e é o seguinte: ano passado gostava de um garoto, o Carlos, que "gostava" de mim sendo que na verdade ele só estava mentindo. Esse ano infelizmente estou na sala dele, só que não gosto mais dele.  
Eu fiz um amigo, o Pedro, que brinco com ele e tal falando que somos casados, tudo brincadeira. Só que eu amo do jeito que ele me trata, ele me chama de minha linda, meu anjo, minha esposa, e todos os jeitos carinhosos que você pode imaginar. Minhas amigas falam que ele fica vire e mexe me olhando na sala. Ele é super carinhoso e super amável comigo, as minhas amigas falam que ele é assim só comigo, estou com medo de gostar dele.

12 de março de 2013



Gostaria de organizar meus pensamentos de maneira que coubesse em um texto de 3 parágrafos. Com uma introdução falando de como a vida é superficialmente maneira, com um romance que desse muito certo no meio e um fim do tipo: "feliz para sempre". Mas no meio dessa história, eu tenho uma mania de carregar detalhes, detalhes que ninguém percebe, mas são como tempero pra minha vida. E um texto de 3 parágrafos se torna em um livro entendiante que certamente ficaria empoeirando na estante de uma biblioteca de cidade.

Mas quem escolhe a vida que leva? Será que dá mesmo para apontar e falar: é isso. E acaba sendo? Certamente que não. A gente só se preocupa em fugir das consequências, mas de resto não dá pra saber. Claro que tem gente que idealiza, que vive de aparência, de trabalho, de estudo, de amor, de balada, de ídolos, de tanta coisa. Pessoas assim me entendiam, parece que veem horizontes como uma linha onde vivem pessoas iguais. Não gosto de ideologias, eu gosto de filosofia. Um pouco de tudo, dá pra aproveitar de tudo. Mas entendiante ou não, a vida que a gente leva é normal de qualquer jeito, e o seu choro sem motivo às vezes só depende da sua classe social, aí a gente mede o mundo que acaba em lágrimas. Já viu que é diferente pra cada um?. E dói né? Pensar que tudo é injusto, sempre.

E você começa a pensar e chora. Quando a gente quer falar de tudo, acaba não conseguindo dizer nada. Talvez porque o tudo não caiba em palavra nenhuma. Tudo é simplesmente tudo, assim como o perfeito, são palavras impossíveis de descrever. Deve ser porque são coisas que se resumem em partes de nós, que consideramos intocáveis, coisas de coração. Ou melhor, coisas do esconderijo do coração, que ninguém vê, ninguém percebe, ninguém toca.

E eu queria 3 parágrafos e já estou no quarto. E nem história contei. Só recolhi detalhe daqui e de lá. Quando a gente se sente sozinho, a tendência é ignorar qualquer pessoa, pois todas parecem iguais, na multidão. Mas existe aquela, uma pessoa que retribui o seu mal com o bem, que parece nem perceber sua reclusão. Uma pessoa que te conhece lá no fundo, pois ela te reconhece como normal. Como humano. E ainda sim especial, apesar do momento. Uma pessoa que você precisa aprender a valorizar. E a pessoa é falha, e te decepciona às vezes. Mas quando você vira o rosto, ali estão os braços abertos pra te aconchegar.

Eu quero flores no caminho e céu azul. Eu quero viajar e conhecer a Inglaterra. Mas eu não quero ser rica. Eu quero aprender a valorizar as pessoas que estão do meu lado, no caminho. Não, elas não permanecerão para sempre, mas elas estão ali, porque querem. Eu quero sorrir, e chorar se for preciso. Não dá pra ignorar os detalhes, as brigas e as pequenas coisas no caminho. Não dá pra viver em contos de princesas, porque esses contos são velhos e já vêm prontos. Acho que só dá pra viver a própria história. E seguir da maneira que dá, e escolher o melhor que há, e aprender com o que te fez mal. Na realidade, não tem começo, meio e fim. Tem um dia depois de amanhã. Tente manter-se vivo. E viva-o.

23 de janeiro de 2013


Uma coisa que sempre me deixou um pouco intrigada é o conceito de "ser feliz" de uma adolescente. Conforme eu fui amadurecendo, percebi que grande parte das atitudes de nós mesmas, meninas, são para chamar atenção. Sabe aquela garota que sorri muito alto, que anda rebolando, que gosta de gritar palavrões e paga a revolta? Então, é sobre elas que estou falando.

Não, não se sinta ofendida. Todas nós passamos por uma fase parecida. Tudo que queremos é "ser feliz", mas no fundo, com certeza, não é... Fazer ele me notar? Pum! Assume logo, eu te desarmei. Assim como vou assumir agora, estou me desarmando. Quero contar uma coisa que aprendi com a vida.

Jogar video game, ser mais ou menos ciumenta, gostar de filmes de ação, dragon ball Z e rock não te faz a garota perfeita. Você pode sim gostar de tudo isso, tá? Mas se isso não for você, desencana! Você também pode achar legal usar decotes e roupas curtas ou coladas, passar batom escuro pra ir para escola, fazer bico nas fotos e falar um pouco mais alto que suas amigas. Isso não te fará mais mulher. E pode querer xingar e rir alto, mas só em público, claro. Você pode sim. Mas isso não vai te fazer sobressair das outras.

Eu quero dizer aqui, que independente de qualquer atitude que você tome, se você não ser você, você não vai ser nada. Toda mulher tem um charme, um sorriso de canto, um olhar confuso, que por incrível que pareça, é tudo de mais bonito que ela pode ter. Mas... Você acha que não tem? Pois é. Tá difícil encontrar esse tipo de coisa hoje em dia, porque ela só aparece quando estamos de bem com a gente. E pra estar de bem com a gente, precisamos apenas ser nós mesmas.

Pra finalizar esse texto de 15 minutos. Quero dizer que ser você é juntar suas experiências, suas influências, sua personalidade e descobrir o que te agrada. Parece complicado, mas é super fácil! Se você acha feio uma menina que grita, não vai gritar só porque "ela" grita. E se você se entedia com o vídeo game, não precisa jogar! Quer chegar em alguém? Por favor! Não se entrega! Não sofra sem declarações! Não se prenda a ninguém! Ah! E se aquela galera legal da escola não te der crédito, faça você mesma seu próprio crédito. Quem te dá seu valor, é você! E acho que quanto melhor, mais dificil abrir mão deles, certo?

Poxa! Seja feliz com você mesma! Tem coisa mais bonita que isso?