Ele sorria, nunca chorava. Ele sorria, nunca chorava. Ele era forte. Ele sorria. Ele só sorria. Sorria. Com ou sem alegria. Ele sério era sem medida. Era estranho. Ele fechava a cara e eu chorava. Doía vê-lo assim. Mas eu sorria porque sorrir era meu jeito de chorar também. E ninguém sabia que tanto riso era só fachada. Eu fechada pra ele e ele fechado pra mim. Sinceros talvez um dia fomos, quando felizes sorríamos para si, olhando um para o outro. E quando não nos olhávamos, mentíamos, ou tentávamos mentir que algo ou o dia não estava para riso.
1 de março de 2015
6 comentários:
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Suzana Coral, 19, Guarulhos - SP

Eu toco essa parada desde 2011, e já mudei muito desde então: plantei muitos sonhos, alguns ficaram pelo caminho e outros arraigaram-se cada vez mais firmes em minhas raízes. É o que posso falar sobre mim: Que tenho uma alma compacta de sementes e de palavras. Escrevo, leio, cuido. Técnica em Marketing, trabalho em uma livraria na minha cidade e minha próxima meta é iniciar o curso de jornalismo.(+)



Belas palavras, adorei!
ResponderExcluirDps passa la no blog, tem post de inspiração para a moda floral:
www.usomakeup.blogspot.com
Bjs e ótimo domingo!
Obrigada =)
ExcluirSorrir é abraçar com os dentes.
ResponderExcluirGK
É verdade! <3
ExcluirBonitas palavras, gostei bastante do seu texto *-*
ResponderExcluirBeijos:*
Dani - http://www.escritasnachuva.com/
Obrigada! ^_^
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